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Qualidade, conhecimento e respeito: os pilares da produção rentável da cana-de-açúcar

Renato Rosa, gerente técnico do Grupo Vale do Verdão, explica as saídas inteligentes adotadas para superar a seca e outros desafios do mercado



"A qualidade da matéria-prima é, sem dúvida, uma importante fase da produção. Quanto mais bem produzida, mais extraímos da cana". Para Renato Rosa, gerente técnico do Grupo Vale do Verdão, qualidade é palavra de ordem quando o assunto é rentabilidade no canavial.


"Quanto mais bem produzida, mais extraímos da cana", diz Renato Rosa.

Com sede localizada no Sudoeste de Goiás e outras três unidades no país, o Grupo Vale do Verdão conta com mais de 5 mil colaboradores e 130 mil hectares de plantio de cana-de-açúcar. Atualmente, a companhia trabalha no sistema de rotação de cultura em 95% de sua área, alternando entre cana e soja.

Em 2018, a produção de cana pelo Vale do Verdão atingirá aproximadamente 8 milhões de toneladas, escoadas para álcool e açúcar. Apesar do número admirável, Rosa aponta que o faturamento apresenta baixas devido à seca que a região goiana enfrenta.

"Além do preço do açúcar, a seca é outro grande desafio da nossa produção", conta Renato Rosa. É por este motivo que, segundo o engenheiro agrônomo, a qualidade da cana-de-açúcar precisa ser alta. Mais do que formas de captar e distribuir água nos canaviais, é imprescindível que a planta esteja "livre de nematoides e com raízes saudáveis e profundas", pontua.

Com o sistema radicular fortalecido, sem a presença dos nematoides, a cana-de-açúcar consegue captar melhor a água, crescendo com saúde durante seu ciclo. De acordo com Rosa, os prejuízos causados por este tipo de praga variam entre 15 a 30% de baixas na cana planta - "além de deixarem resíduos nas soqueiras", salienta.

O uso de nematicidas eficazes e tecnológicos é essencial para o Grupo Vale do Verdão. "

"Nossa intenção é proteger o máximo possível a planta já no primeiro ano, porque nos anos seguintes, se não cuidarmos, há uma queda muito significativa e, consequentemente, um aumento no custo da produção."

Trabalhando com cana-de-açúcar desde a década de 80, Renato conta que os nematicidas do passado eram, além de menos eficientes, altamente tóxicos. Hoje, com o advento de produtos como Legado, o nematicida para cana da ADAMA, é possível ter "ganhos significativos e interessantes".


A experiência com este nematicida, como explica Rosa, foi bastante tranquila, do ponto de vista ambiental, e positiva, falando de resultados. A companhia registrou ganhos de 10 a 15 toneladas por hectare e "abriu novos horizontes para tratar o problema dos nematoides".

"A segurança do trabalhador, do meio ambiente e dos pecuaristas ao redor é muito importante para nós", reforça Rosa. O engenheiro agrônomo ressalta que, devido a proximidade da usina com criações de bovinos, a importância do uso de nematicidas com baixa toxicidade é ainda maior.

A boa relação com o meio ambiente e com os demais trabalhadores do campo é um valor que Renato Rosa leva muito a sério. Para o gerente técnico, o avanço do setor depende destes fatores e também do conhecimento próximo à produção; isto é, dos estudos aplicados à cultura de cana-de-açúcar: "nosso sucesso está no tripé: universidade, produção e ser humano", finaliza.

Administrando uma produção canavieira rentável, de alta qualidade e sustentável, Renato Rosa coloca em prática justamente o que espera ver como legado deste setor repleto de desafios.

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Legado. O começo de uma rentabilidade histórica no seu canavial.
Legado. O começo de uma rentabilidade histórica no seu canavial.